terça-feira, 12 de janeiro de 2010

CHOREI A MORTE DO MEU CACHORRO


Hoje (12/01) pela manhã Edijane me acorda dizendo:


- Filho Sultão morreu!

Ao levantar fui ao quintal e vi a cena; Sultão era o nosso cachorro, sim um belo pastor-belga, que nos acompanhava há 11 anos, esse singelo animal conseguiu ao longo dos anos fazer o que alguns seres humanos ainda não conseguiram fazer.

Quando Sultão chegou em nossa vida,Edijane estava grávida de Anderson Filho,e ao longos dos anos ele participou de momentos bons e maus de nossas vidas.Lembro-me dos momentos de dificuldade financeira onde não tínhamos condições de comprar a ração do Sultão e ele simplesmente fica quieto,nunca reclamou,apenas vivenciava todos os momentos da família.

Não há como esquecer dos momentos em que víamos Anderson Filho transformando o cachorro em seu pônei,e Sultão deixava tudo acontecer.

Muitos são as lembranças desse animal.

E no momento em que vi a cena de um simples animal morto, fui surpreendido com lágrimas, é, chorei por meu cachorro.

Chorei, pois esse animal consegue ser o que alguns humanos esquecem de ser: amigos,companheiros,obedientes e dispostos a estar ao seu lado independente do que você tem para oferecê-lo.

Creio que o próprio Deus criou esses seres para estar ao nosso lado, ouso dizer que o pecado mudou o homem, mas não contaminou os animais, eles sempre existiram para essa função serem companhias agradáveis para os homens.

A morte de Sultão deixa-nos um simples, mas importante ensinamento: que possamos valorizar as pequenas coisas, pois nelas estão as grandes maravilhas de estar aqui nessa terra.

Deus vos abençoe

Simplesmente Anderson Bravo

2014 "o Que Deus tem ninguém tem; e o que Deus tem vem para minha mão"

2014 "o Que Deus tem ninguém tem; e o que Deus tem vem para minha mão"

Anderson & Lyon

Anderson & Lyon